terça-feira, 28 de novembro de 2017

A Carta de Shawn - Parte 6

"Liguei rapidamente para minha esposa, para dizer que talvez eu não sobreviva. Ela ficou muito assustada e gritou para dizer a mim que eu deveria me esconder e eu disse que não tinha como. Ouvi barulhos dos bandidos correndo diretamente para o quarto em que eu e Levi estávamos. Fechei a porta e tranquei ela. Eu logo tive a ideia de sairmos da janela do quarto dele. Os bandidos logo estavam tentando arrombar a porta e nisso, Levi abriu a janela e eu, ele e outros policiais saímos do quarto. Portanto, ainda não tínhamos saído da casa, pois ao sairmos do quarto, tivemos acesso a um corredor. Andamos lentamente nesse corredor todos armados e prontos para atirar em qualquer bandido que vier nos atacar. Nisso, ouvimos barulhos imensos de tiroteios e gritos horríveis de matança, mas eu decidi ficar frio e pedi para que Levi e os policiais que estavam comigo ficarem frios. Levi disse que estava com medo e eu disse para ele que eu já sobrevivi a bombas, e disse que ele está com menos chances de morrer do que eu já estava antes. Ele ficou mais calmo. Andamos e nisso, conseguimos chegar ao fim do corredor. Na saída do corredor, vimos policiais atirando nos bandidos. Eu vi uma arma de fogo jogada no chão e logo depois disso, atirei com essa arma nos bandidos presentes em uma grande cozinha da casa. Matei todos eles e a cozinha começou a pegar muito fogo. Ficamos todos cercados por causa do fogo e nos desesperamos. Como a pia não estava pegando fogo ainda, decidi rapidamente pegar uma vasilha, encher ela de água e jogar para todos os lados. Eu fiz isso, mas não adiantou, mesmo com a ajuda dos policiais. Dois policiais se esbarraram e acabaram caindo no fogo, resultando em suas mortes. Minutos depois, pelo meu alivio, outros policiais usaram extintores de incêndio e começaram a apagarem o fogo. Depois, conseguiram pagar o fogo e nos salvaram. Um deles disse para nós que os outros bandidos estavam no outro lado da casa, ou seja, estavam na sala da casa e trancaram a porta que vai para o corredor, os quartos e a cozinha que estávamos. Eles tiveram um plano de batalharem contra eles frente a frente. Eles disseram também que Lizzie está junto a eles, botando Levi a ficar muito preocupado com sua mãe. Eu tive uma ideia, que era sairmos por um quarto abandonado da casa que tinha lá e explodirmos a casa com as armas de fogo, mas depois eu logo lembrei de Lizzie que estava junto a eles, provavelmente como refém. Essa ideia minha foi descartada e os policiais decidiram tomar a coragem e abrirem a porta, para fazerem um acordo com os bandidos. Levi estava com muito medo e decidiu se esconder em um lugar da casa. Eu decidi acompanhar Levi e nisso, nos escondemos no porão enquanto os policiais estavam caminhando para conversarem com os bandidos. Minutos depois, ouvi fortes barulhos de tiros e logo tomei a conclusão que eles abriram a porta e os bandidos atiraram na hora neles. Eu e Levi saímos do quarto abandonado em outra porta (não a porta que entramos) e nos deparamos com outro corredor. Para não facilitar aos bandidos saírem do quarto abandonado e se depararem com o corredor em que eu e Levi estávamos, atirei no chão com minha arma de fogo para ter incêndio no corredor, bloqueando a passagem para qualquer um. Andamos rapidamente no corredor e dentro do corredor, tinha um outro quarto abandonado, que estava abrigado outros bandidos e atirei eles com minha arma de fogo e logo saímos de perto do quarto. Na saída desse corredor tinha uma porta. Abri essa porta e me deparei com a sala em que os bandidos estavam em tiroteio com os policiais e eu avistei a Lizzie morta. Fechei na hora essa porta e disse a Levi que sua mãe morreu. Ele não acreditou na hora e abriu um pouco a porta e viu o corpo dela. Ele chorou bastante aos prantos e com muita raiva, com força, tomou a arma de mim e atirou com sua arma de fogo varias vezes nos bandidos. Depois de quatro vezes atirando eu logo o peguei pelo braço e tomei a arma dele. Ele tinha matado todos os bandidos presentes na sala e o fogo acabou bloqueando a passagem dos policiais a nós. Procuramos extintores de incêndio, mas não tinha na sala. Eu e Levi abrimos uma porta e fomos para o quintal grande com piscina da casa. Não tinha ninguém lá e subi em uma arvore da casa para saber se ouve destruição na casa. Acabei avistando uma parte da casa toda destruída. Um bandido me avistou e tentou atirar em mim. A bala caiu no tronco da árvore e eu acabei caindo junto com a árvore, quebrando o meu braço. Levi me levantou e disse para mim que eles devem fugir da casa logo. Eu disse para ele, que eu quero ajudar os policiais. Levi disse para mim que não tem como eu ajudar eles, pois o meu braço direito estava dolorido e fraturado. Eu insisti, peguei minha arma de fogo e corri diretamente para a sala da casa, onde eu vi seis desses bandidos tentando atirar em mais ou menos dez policiais e o fogo já não estava mais lá. Eu vi isso escondido deles, atrás da parede que vai até a sala. Infelizmente eles conseguiram matar todos esses policiais e mais outros apareceram e morreram por mais bandidos chegarem a sala. Me senti um inútil que não tinha ajudado rapidamente os policiais. Eu logo ouvi a palavra de um deles, que dizia que eles conseguiram matar todos os policiais. Quando eles caminharam até o quintal, na hora em que eles chegaram até o quintal, atirei com minha arma de fogo acima de todos eles umas sete vezes de surpresa. Todos foram queimados pelo fogo e morreram. Eu cheguei perto de Levi e nisso, decidimos sair da casa e relatar para a polícia sobre o caso. Mas, fomos deparados com uns vinte homens em frente a casa, todos armados e bem equipados. O líder deles pediram para que todos entrassem na casa. Não tive escolha, deixei eles entrarem na casa e no quintal, todos pediram para que eu e Levi ajoelhássemos"








                            Acompanhe outra web série também, irmão mais velho desta aqui:
http://gabrielfirmino.blogspot.com.br/ : Últimos episódios postados
http://gabrielfirmino.blogspot.com.br/2016/09/missoes-episodio-1.html : Primeiro episódio

terça-feira, 14 de novembro de 2017

A Carta de Shawn - Parte 5

"Na hora que uma mulher abre a porta, meu coração bateu muito rápido, eu estava quase tendo um desmaio. Esse policial perguntou para ele quem mora nessa casa e ela disse que mora sozinha e aparentemente, ela pareceu ficar preocupada. O policial exigiu que entrasse na casa e ela, assustada, deixou a gente entrar. A casa realmente estava apenas com ela e ninguém além dela estava na casa. Começamos a perguntar desde quando ela começou a morar na casa. Ela disse que está morando na casa desde 2012 e perguntamos também de quem ela comprou. Ela disse que ela comprou essa casa que foi vendida por mais de vinte homens, o que deu a entender que ela comprou dos membros do grupo de assassinos. Decidimos checar a casa para eu ver se consigo achar alguma pista. Essa mulher ficou mais preocupada ainda e perguntou pra gente o porquê da gente entrar na casa do nada e fazer perguntas procurando pistas. Eu logo disse que era uma investigação. Eu perguntei para ela se ela sabia de onde os homens migraram para morar. Ela disse que se esqueceu de onde os homens passaram a morar, mas relatou que eles eram estranhos. Eu perguntei de quê eles eram estranhos. Ela relatou que esses homens tinham jeitos malignos, de pessoas malucas. Eu logo fiquei surpreso e peguei as fotos deles e mostrei para essa mulher. Na hora que eu mostrei a foto deles segurando uma mão, ela ficou calada e quieta. Eu achei anormal ela ficar calada com uma foto daquela e perguntei para ela porque ela permaneceu quieta. Ela disse que quando ela fica assustada, ela fica quieta. Eu logo percebi que a mulher não estava sendo sincera e como eu era detetive, eu sabia quando as pessoas mentiam e quando falavam a verdade. Eu exigi para ela falar a verdade e ela insistiu em dizer que era verdade. Eu continuei insistindo e ela firme e forte continuou insistindo em sua mentira. Eu decidi que o único jeito dela falar a verdade, é eu apontar a arma para ela, infelizmente. Apontei a arma para ela, ameacei ela teatralmente e ela ficou nervosa e assustada. Eu fiquei com pena dela e acabei falando para ela que eu não iria machucar ela, apenas proteger ela. Ela logo soltou um fato que fez arrepiar os meus nervos! Ela começou a falar que eles a ameaçaram que se ela falasse algo para alguém, eu morreria. Ela disse que toda a minha família estava aliada aos assassinos! Tudo isso devido a minha oposição ao Socialismo e por meus discursos capitalistas. Eu logo fiquei sem saber o que falar e logo não acreditei nisso, mas eu vi que ela estava falando a verdade. Segundo ela, uma boa parte de minha família se juntou aos assassinos e se aliaram a eles. Eu conhecia a minha família, sei que ela jamais faria isso e como estava um bom tempo sem ver ela, eu não fiquei sabendo que eles desapareceram de vez. Meus tios, tias, primas e primos se aliaram a eles segundo essa mulher e ela disse que ela mesma participava desse grupo de assassinos deles, mas obrigada por seu pai acabar participando também. Eu não sabia o que dizer e fiquei calado por alguns minutos olhando para o chão. Segundo ela, ela tem um filho, que mora junto com ela, chamado Levi. Ele logo chega da escola em sua casa e fica surpreso por eu estar aqui. Ele disse que me conhecia e que costuma ver bastante o programa que eu participo. Ele apertou minha mão e eu pedi para que eu continuasse falando com sua mãe pessoalmente com ela, com os policiais. Ele foi para o seu quarto e deixou a gente. Essa mulher também disse para mim que o meu tio avô assassinado por eles, foi assassinado por causa que ele descobriu a verdade através de uma visita de uma prima minha da casa dele. Ele ouviu uma conversa de minha prima com um criminoso e através disso, descobriu tudo. Minha prima prendeu ele e avisou para os membros do grupo que ele descobriu isso. Nisso, os mesmos membros que eu matei, mataram meu tio avô. Eu achei inacreditável, pois minha família era leal a mim e achei era bem impossível de isso acontecer. Perguntei para a mulher como esse grupo surgiu e ela disse que não podia falar nada, por medo. Eu exigi que ela falasse logo a origem desse grupo e como a minha família se aliou a eles. Nisso, a campainha da casa tocou e ouvi um cara xingando bem alto com o nome da mulher, chamada Lizzie. Ela logo disse para mim que se tratava de um dos membros criminosos do grupo, que estava para visitar ela para ver se estava tudo certo na casa. Eu botei o olho na fechadura da porta e logo vi que tinha uns trinta deles em frente a porta, Fiquei extremamente surpreso e corri para a sala da casa, para dizer aos outros que os assassinos estavam na frente da casa. Mandei todos se esconderem para se prepararem a atirar neles. Me escondi na casa junto com eles, Levi se escondeu ao meu lado, junto com outros policiais e os outros estavam em outros lugares. Lizzie tomou a coragem e atendeu o portão. Todos entraram na casa e começaram a checar a casa. Me escondi no quarto de Levi com outros policiais e um criminoso entra no quarto. Discretamente, eu peguei ele pelo pescoço, enforquei ele fortemente até a morte e o soltei. Outros dois criminosos entraram no quarto e se depararam com um deles morto. Rapidamente eu peguei minha faca, esfaqueei um deles pelas costas matando-o, enquanto dois policiais, discretamente, esfaqueiam o outro até a morte também. Outro criminoso entrou no quarto e Levi, corajosamente, pega sua faca e corta a barriga dele com a faca matando ele. Eu o chamei de corajoso e ele ficou honrado. Os outros ouvem o barulho e na hora em que quatro deles aparecem, atiramos neles sem parar e matamos eles. Logo depois, os outros policiais que estavam em outros lugares da casa, saíram de seus esconderijos e começaram a tentar atirar nos criminosos"







sábado, 11 de novembro de 2017

A Carta de Shawn - Parte 4

"Antes de eu sair da casa depois de eu matar os assassinos de meu tio e minha tia, eu acabei levando os celulares deles e tentando achar pistas na casa deles. Eu tinha pegado os celulares, mas todos estavam bloqueados e então, não tinha como eu fazer nada. Procuramos pistas e nisso, achamos algumas fotos que mostravam os membros do grupo deles. Algumas dessas fotos mostravam a foto de todos eles (ou não) em uma lugar que não tinha como eu saber onde é, achei que era provavelmente a base deles ou uma das casas deles. Todos estavam com armas e facas na foto rindo e sorrindo como se estivessem comemorando algo. Outras fotos mostravam eles comendo churrasco em uma mesa de uma casa. Eles estavam em uma casa ao lar livre, com piscina. Aquela casa não me era estranha, achei que vi ela em algum lugar, mas eu logo tirei isso da minha cabeça, pois já fui em casas parecidas. Outras fotos mostravam eles tomando banho de piscina, alegremente. Logo achei que as fotos eram antigas, pois aparentemente eles com certeza iriam tirar fotos pelo celular. Essa minha desconfiança eu confirmei, quando eu vi que todas essas fotos foram tiradas no dia 16 de setembro de 2007 em um domingo, por estar escrito a data digitalmente na foto, o que era natural. Uma foto me chocou muito, que me fez ficar um pouco de nervoso. Tinha uma foto, que era a última delas, que mostrava dois homens segurando uma mão humana. Além disso, no fundo da foto, tinha um quadro com uma pintura de uma flor amarela. Não me assustou exatamente por causa da mão humana, mas por aquele quadro ser parecido com um quadro que meu tio, que foi assassinado por eles mesmos, pintou. Meu tio era pintor e eu nunca tinha visto em minha vida um quadro igual ao do meu tio. No mesmo ano em que as fotos foram tiradas, foi o ano que meu tio se mudou para o campo. As contas batiam e eu fiquei muito surpreso e eu decidi ir para aquela casa, junto aos policiais, para ver se aquela é a casa onde eles moram. Uma coisa que não fazia muito sentido era o porquê de meu tio deixar o seu quadro em sua casa, ele sempre foi muito apegado aos seus quadros. Pra eu ter 100% de certeza, eu cheguei em casa, peguei umas fotos da casa do meu tio com minha família e sim, realmente a casa dos assassinos foi a casa dele, que ele vendeu. Mas, me perguntei logo: Por que os assassinos queriam comprar a casa de meu tio, porque logo a casa de meu tio? Eu nunca mostrei a minha família para a mídia, nem mesmo minha mãe. Sei que meu tio nunca venderia a casa pra assassinos, ele era uma boa pessoa e os assassinos comprarem a casa de meu tio não foi nenhuma coincidência. Eu logo me arrependi por matar os oito assassinos de meu tio com os policiais, pois eu podia ter feito muitas perguntas para eles, para descobrir mais coisas. Bom, depois disso, eu liguei para os policiais, pedindo para me acompanhassem para irmos para a antiga casa de meu tio avô para vermos se os assassinos ainda moram lá. Como nas fotos tinham quase trinta homens, eu decidi juntar uns quarenta policiais, para caso se encontrássemos eles lá, poderemos prender eles ou talvez matar eles, por legítima defesa. Acabei pagando para eles vierem comigo e depois disso, minha esposa disse pra mim que tem medo de eu toda hora sair de casa para resolver esse caso. Eu disse que tudo vai dar certo e que nada vai acontecer comigo e abracei fortemente ela, para acalmá-la. Saí de casa, entrei nos carros dos policiais e começamos a viagem. Apenas duas horas depois chegamos em frente a casa. Eu estava nervoso, com medo de algo acontecer comigo e até de deixar minha esposa viúva e de deixar meu filho(a) sem pai. Um dos policiais tocaram a campainha e depois de minutos, uma mulher atende o portão.





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A Carta de Shawn - Parte 9

''No dia seguinte, às 5 horas da manhã, uma outra carta apareceu na frente da porta e na hora em que foi botada, eu peguei a carta, ...