quinta-feira, 26 de outubro de 2017

A Carta de Shawn - Parte 1

"Olá, quem escreveu esta carta é o Shawn Guerrera e peço para que o leitor dessa carta reserve um tempo para si mesmo, pois ela é longa e duradoura. Seja quem for que esteja lendo a carta, não a jogue fora, pois ela pode me ajudar para algo. Esta carta terminou de ser escrita no dia 18 de maio de 2018 e espero que você leitor, não a esteja lendo ela muito tempo depois. Nesta carta, irei contar sobre um caso que aconteceu em minha vida em outubro de 2017, eu fui um detetive dos EUA famoso por solucionar casos dificilíssimos e aparecia na TV para solucionar casos em um programa chamado "New Crimes" onde não apenas eu participava, como também outras centenas de detetives como eu e fui um dos principais detetives do programa. Como é muito provável que você leitor, seja brasileiro, então você nunca pode ter ouvido falar de mim e antes de falar sobre o tema da carta, eu sou americano que sabe falar português. Então começarei agora mesmo a falar sobre um caso que inclusive, é o tema desta carta, como eu falei acima. Em outubro do ano passado, um certo crime chocou a emissora do programa New Crimes, o crime nada mais era que um fazendeiro do Texas que morreu por causa de pessoas que atiraram em sua cabeça, que trabalhava com agricultura. Como eu tinha trabalhado em desvendar muitos crimes na época, esse não me surpreendeu muito. Mas na hora que eu sou soube que aquele fazendeiro era um tio avô meu, eu acabei ficando muito preocupado. Eu descobri isso por causa que eu soube do nome completo dele e que meu avô disse para mim que aquele era o irmão dele. Eu decidi ficar calmo e friamente procurar pistas na casa de meu tio avô, que era o lugar onde o corpo dele estava. Eu acabei não encontrando nenhuma pista, apenas uma arma que o assassino deixou lá que estava com quatro balas. Tentei achar pistas, mas não tinha nenhuma. O programa New Crimes queria fazer um episódio deste caso, mas eu não deixei que fizessem, pois eu estava um pouco traumatizado com o caso e eu não queria que o meu trauma estivesse exposto na TV. Eu não apenas conhecia esse meu tio avô, como também eu era muito próximo dele em minha infância e adolescência. Ele era como se fosse meu pai quando eu não estava com meu pai. Eu não tinha visto ele há anos, pois ele teve desentendimentos com a família e quis isolar dela e como eu era apegado com minha família, ele acabou se isolando de mim também, mas ainda gostando de mim. Como eu não tinha pistas, o jeito era perguntar aos vizinhos dele sobre como isso aconteceu e perguntar se eles desconfiam de algo. Todos não souberam dizer, inclusive alguns dos amigos dele, mas teve um amigo que falou uma coisa que poderia servir como pista! Esse amigo de meu tio morava ao lado da casa dele e disse pra mim que meu tio acostumava ir a um bar próximo deles que fica em uma pequena estrada que tem o caminho até a cidade, pois ele morava no campo. E segundo esse amigo de meu tio, alguns homens que usavam casacos pretos constantemente começaram a ir ao bar todos os dias. Eles são bons em tudo, como sinuca, jogo do azar e muitos outros jogos presentes do bar. Segundo ele, eles eram estranhos, seus relatos fizeram eu desconfiar que eles podem terem participado do crime. Ele disse que eles usavam muito óculos escuros, sempre andavam com roupas pretas e que eram malhados e fortes. Eu perguntei quantos deles eram e ele disse que eram oito homens assim. Assim como ele, eu também desconfiei que aqueles homens que ele me contou podem serem os culpados pelo meu tio morrer. O amigo de meu tio morto disse também que eles não moravam no campo, mas na cidade e que eles aparentavam não serem pobres e sim homens com uma alta qualidade financeira. Eu decidi ficar no bar para esperar eles chegarem e claro, armado com alguns policiais de companhia. Ficamos o dia todo e eles não chegaram, eu achei estranho, pois um relato do amigo de meu tio dizia que eles iam para o bar exatamente todos os dias. Eu perguntei pra ele desde quando esses homens iam para o bar e ele disse que eles vão lá desde 3 semanas atrás e que meu tio acabou virando amigo deles. Minha desconfiança aumentou e fez eu ficar mais outro dia no bar, mas sem sucesso de uma aparição daqueles homens. Os policiais que estavam comigo disseram pra mim que não precisava eu ficar junto com eles mais e que eu podia ter a liberdade de ir pra casa. Eu decidi ficar mais outro dia no bar e eles não apareceram de novo, eu achei estranho, pois o dono do bar disse para mim que eles não ficaram um dia sem ir lá e depois disso, eu decidi ir embora pra casa, pois foi cansativo ficar dias inteiros parado em um bar. Os policiais decidiram procurar esses homens na estrada e perguntaram informações para as pessoas que iam constantemente para o bar. Eles perguntaram onde eles moravam e ninguém sabia essa e outras informações que os policiais queriam. Perguntamos pra toda a vizinhança, mas ninguém sabia as informações dos homens. Eu estava com a cabeça esquentada naquele dia e com cansaço e logo depois disso eu fui pra casa e deixei os policiais para resolverem o caso. Dias depois, uma outra tragédia aconteceu, que estava para acabar comigo"




           

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