terça-feira, 14 de novembro de 2017
A Carta de Shawn - Parte 5
"Na hora que uma mulher abre a porta, meu coração bateu muito rápido, eu estava quase tendo um desmaio. Esse policial perguntou para ele quem mora nessa casa e ela disse que mora sozinha e aparentemente, ela pareceu ficar preocupada. O policial exigiu que entrasse na casa e ela, assustada, deixou a gente entrar. A casa realmente estava apenas com ela e ninguém além dela estava na casa. Começamos a perguntar desde quando ela começou a morar na casa. Ela disse que está morando na casa desde 2012 e perguntamos também de quem ela comprou. Ela disse que ela comprou essa casa que foi vendida por mais de vinte homens, o que deu a entender que ela comprou dos membros do grupo de assassinos. Decidimos checar a casa para eu ver se consigo achar alguma pista. Essa mulher ficou mais preocupada ainda e perguntou pra gente o porquê da gente entrar na casa do nada e fazer perguntas procurando pistas. Eu logo disse que era uma investigação. Eu perguntei para ela se ela sabia de onde os homens migraram para morar. Ela disse que se esqueceu de onde os homens passaram a morar, mas relatou que eles eram estranhos. Eu perguntei de quê eles eram estranhos. Ela relatou que esses homens tinham jeitos malignos, de pessoas malucas. Eu logo fiquei surpreso e peguei as fotos deles e mostrei para essa mulher. Na hora que eu mostrei a foto deles segurando uma mão, ela ficou calada e quieta. Eu achei anormal ela ficar calada com uma foto daquela e perguntei para ela porque ela permaneceu quieta. Ela disse que quando ela fica assustada, ela fica quieta. Eu logo percebi que a mulher não estava sendo sincera e como eu era detetive, eu sabia quando as pessoas mentiam e quando falavam a verdade. Eu exigi para ela falar a verdade e ela insistiu em dizer que era verdade. Eu continuei insistindo e ela firme e forte continuou insistindo em sua mentira. Eu decidi que o único jeito dela falar a verdade, é eu apontar a arma para ela, infelizmente. Apontei a arma para ela, ameacei ela teatralmente e ela ficou nervosa e assustada. Eu fiquei com pena dela e acabei falando para ela que eu não iria machucar ela, apenas proteger ela. Ela logo soltou um fato que fez arrepiar os meus nervos! Ela começou a falar que eles a ameaçaram que se ela falasse algo para alguém, eu morreria. Ela disse que toda a minha família estava aliada aos assassinos! Tudo isso devido a minha oposição ao Socialismo e por meus discursos capitalistas. Eu logo fiquei sem saber o que falar e logo não acreditei nisso, mas eu vi que ela estava falando a verdade. Segundo ela, uma boa parte de minha família se juntou aos assassinos e se aliaram a eles. Eu conhecia a minha família, sei que ela jamais faria isso e como estava um bom tempo sem ver ela, eu não fiquei sabendo que eles desapareceram de vez. Meus tios, tias, primas e primos se aliaram a eles segundo essa mulher e ela disse que ela mesma participava desse grupo de assassinos deles, mas obrigada por seu pai acabar participando também. Eu não sabia o que dizer e fiquei calado por alguns minutos olhando para o chão. Segundo ela, ela tem um filho, que mora junto com ela, chamado Levi. Ele logo chega da escola em sua casa e fica surpreso por eu estar aqui. Ele disse que me conhecia e que costuma ver bastante o programa que eu participo. Ele apertou minha mão e eu pedi para que eu continuasse falando com sua mãe pessoalmente com ela, com os policiais. Ele foi para o seu quarto e deixou a gente. Essa mulher também disse para mim que o meu tio avô assassinado por eles, foi assassinado por causa que ele descobriu a verdade através de uma visita de uma prima minha da casa dele. Ele ouviu uma conversa de minha prima com um criminoso e através disso, descobriu tudo. Minha prima prendeu ele e avisou para os membros do grupo que ele descobriu isso. Nisso, os mesmos membros que eu matei, mataram meu tio avô. Eu achei inacreditável, pois minha família era leal a mim e achei era bem impossível de isso acontecer. Perguntei para a mulher como esse grupo surgiu e ela disse que não podia falar nada, por medo. Eu exigi que ela falasse logo a origem desse grupo e como a minha família se aliou a eles. Nisso, a campainha da casa tocou e ouvi um cara xingando bem alto com o nome da mulher, chamada Lizzie. Ela logo disse para mim que se tratava de um dos membros criminosos do grupo, que estava para visitar ela para ver se estava tudo certo na casa. Eu botei o olho na fechadura da porta e logo vi que tinha uns trinta deles em frente a porta, Fiquei extremamente surpreso e corri para a sala da casa, para dizer aos outros que os assassinos estavam na frente da casa. Mandei todos se esconderem para se prepararem a atirar neles. Me escondi na casa junto com eles, Levi se escondeu ao meu lado, junto com outros policiais e os outros estavam em outros lugares. Lizzie tomou a coragem e atendeu o portão. Todos entraram na casa e começaram a checar a casa. Me escondi no quarto de Levi com outros policiais e um criminoso entra no quarto. Discretamente, eu peguei ele pelo pescoço, enforquei ele fortemente até a morte e o soltei. Outros dois criminosos entraram no quarto e se depararam com um deles morto. Rapidamente eu peguei minha faca, esfaqueei um deles pelas costas matando-o, enquanto dois policiais, discretamente, esfaqueiam o outro até a morte também. Outro criminoso entrou no quarto e Levi, corajosamente, pega sua faca e corta a barriga dele com a faca matando ele. Eu o chamei de corajoso e ele ficou honrado. Os outros ouvem o barulho e na hora em que quatro deles aparecem, atiramos neles sem parar e matamos eles. Logo depois, os outros policiais que estavam em outros lugares da casa, saíram de seus esconderijos e começaram a tentar atirar nos criminosos"
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