sábado, 28 de outubro de 2017
A Carta de Shawn - Parte 3
"Eu acabei tendo uma ideia depois de descobrir onde aqueles homens provavelmente devem morar. Essa ideia era procurar essa base em frente a rodovia Rio Mendes. Eu chamei uns policiais e falei para eles que devemos procurar os prováveis assassinos de meu tio e minha tia. Eu decidi ir junto com eles e claro, muito bem armado. Eu comentei isso com a minha esposa e ela não queria que eu fizesse isso e estava com muito medo. Eu disse pra ela que era necessário eu fazer isso, pra quando eu e os policiais fizermos eles se renderem, eu pergunto pra eles várias coisas, pra claro, se eles não falarem, eu torturo todos eles. Depois de entender que eu tinha que fazer isso, ela decidiu aceitar eu fazer isso, mas com extrema preocupação. Fui a fazenda de meu tio e encontrei os policiais por lá. Começamos a caminhar pela estrada, no lado esquerdo dela e me bateu uma preocupação muito grande, pois apesar de eu e os policiais estarmos bem armados, eu imaginava eles tacarem uma bomba na gente e matar a gente. Isso foi normal, pois a minha profissão eu tinha que me meter em perigos e esse desespero por dentro que eu tinha, passava. Depois de meia hora caminhando, eu encontrei um papel no chão. Abri esse papel e uma coisa me preocupou demais naquela hora. Eu abri esse papel e vi uma mensagem escrita a caneta nela. Essa mensagem dizia "Você tem certeza que quer fazer isso?". Estava achando que os assassinos estavam prevendo que eu estava lá para procurar eles. Foi extremamente estranho, pois o vizinho que falou sobre a conversa deles, disse que eles não sabiam que ele ouviu a conversa. Eu estava muito desconfiado e pensativo sobre como que eles iriam adivinhar isso. Bateu uma desconfiança em mim, que eles sabiam que o morador ouviu a conversa. O inesperado acontece e se não bastasse ser um inesperado, foi aterrorizante. Uma bomba estava pra cair sobre mim e os policiais e logo corremos rapidamente pra desviarmos dela e nisso, um policial que estava comigo morre na hora por não correr o suficiente. Eu me escondi atrás de uma árvore para ver escondido eles chegando. Três policiais junto comigo estavam com metralhadoras e logo começaram a atirarem sem parar pra frente e correr adiante para frente. Eu decidi fazer o mesmo e eu estava com uma arma que atira bomba, e atirei para o alto e avancei junto com os policiais com a bomba saindo de minha arma. Uma outra bomba é jogada sobre nós e logo desviamos dela correndo para frente. Todos estavam nervosos e eu logo soltei a frase "Não vamos morrer, continuem, somos fortes e jamais vencerão a gente!". Fiquei atirando bomba a cada meio minuto e logo depois uma bomba voa justo pra cima de mim. Eu pulei muito alto e saltei longe da bomba e logo depois disso, atirei com minha bomba mais uma vez. Chega um momento que fica sério e dois homens aparecem em nossa frente e jogam granada em cima de nós. Saltei mais uma vez pra longe e com nervosismo, consegui matar esses dois homens junto com os outros policiais e depois de mortos, vi que foram eles que estavam atirando com as bombas. Os policiais pegaram essas armas de bomba, guardaram as metralhadoras em suas cinturas e nisso, continuamos a caminhar adiante. Depois de cinco minutos encontramos um homem baleado prestes a morrer nessa pequena estrada. Eu perguntei o que aconteceu e ele disse que alguns homens atiraram nele por diversão. Eu perguntei onde os homens moram. Ele disse que moram em uma casa de cor marrom onde em frente está a rodovia Rio Mendes. Eu agradeci para ele sobre ele ter me contado sobre a moradia dos assassinos e vi que não tinha mais como salvar ele, pois ele estava com a barriga aberta, o pescoço aberto e com a cabeça extremamente cortada. Ele disse que levou cinco tiros e muitas facadas. Eu fiquei chocado com a situação dele e com pena dele. Eu disse pra ele que não tinha mais como ele sobreviver. Ele disse que ele estava com a maior dor que ele teve em sua vida. Vendo que era impossível ele sobreviver mesmo indo ao hospital, eu disse para ele, que ele foi uma pessoa importante na minha missão. Para acabar com o sofrimento dele, logo depois atirei em sua cabeça o matando-o, mas com pena dele. Continuamos andando e minutos depois, encontramos da saída daquela estrada para o rodovia Rio Mendes. Nisso, procuramos uma casa marrom e logo depois, encontramos uma. Vimos a porta da casa se mexer e eu e os policiais nos escondemos em algumas árvores e vimos dois homens com óculos escuros e com roupas pretas. Logo tomei a conclusão que eles são verdadeiramente os assassinos de meu tio. Sem enrolação, eu e os policiais atiramos nos dois homens, matando eles. Depois disso, invadimos a casa todos nós armados e procuramos por mais homens. Ficamos um bom tempo procurando os outros dentro dessa casa, mas não achamos ninguém. Depois, ouvimos o barulho da porta de entrada se abrir e eu, ordenei que todos se escondessem, para atirarmos neles de surpresa. Nos escondemos e seis homens entraram na casa e na hora que eu grito pra todos atirarem, todos os policiais e eu atiramos sem parar e matamos de uma vez só três deles. Os três que sobraram estavam desarmados e mandei que os ajoelhassem. Eles se ajoelharam e mandei que me falassem quem foi que matou o meu tio e minha tia. Dois eles apontam pro outro, que ainda está vivo. Fiquei com muita raiva e nisso, peguei um machado e bati em sua cabeça. Ordenei que me falassem o porquê de atacarem minha família. Um deles me falou que se tratava de um grande grupo que tinha o objetivo de destruir a minha carreira e matar toda a minha família. Me disseram também que esse grupo está rodeado em muitos lugares e que o líder do grupo ficou com raiva de muitos de seus membros serem presos e assassinados por mim, por causa de seus crimes e o líder, segundo eles, queria vingança. Logo depois, um deles teve a coragem de me dizer que é um grupo fechado e que se sustenta com seus crimes. Perguntei mais informações sobre o grupo e claro, a hospitalidade. Não queriam me dizer e batemos fortemente com o machado em suas cabeças. Me falaram que iriam morrer de qualquer jeito e eu, percebendo que eles não iriam falar de jeito nenhum, pois o grupo poderia descobrir que eles deram informações e matariam eles, matei os três esmagando suas cabeças com o machado com muita raiva. Depois, saí da casa, peguei meu carro e fui embora para casa, enquanto os policiais também foram."
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